terça-feira, 11 de outubro de 2011

E a vontade de mastigar, que nunca passa? Hoje foi um dia daqueles, que tive que me segurar firme para não perder a linha. Pela manhã, 2 fatias de pão integral, 2 polenguinhos e um copo de suco. Salada de frutas de lanche, bacalhau com legumes no almoço, 4 biscoitos recheados + coca zero de lanche e mais uma barrinha de cereal antes de malhar.

Fora isso, uma bala de caramelo e uma de hortelã para acabar com essa vontade louca de mastigar o tempo todo. Ohhh maniaaaa!!!
Amanhã tem feriado e eu já estou preocupada com a dieta. Ter auto controle em dias fora da rotina é mais difícil do que qualquer coisa. Mas vamos ver no que vai dar.... #sorte

segunda-feira, 10 de outubro de 2011


Nossa, tanto tempo sem escrever, sem postar... Mais do que nunca me falta tempo, disposição e confesso, idéias. Às vezes tenho vontade de fazer outro blog, pensar num foco e ir... Mas confesso certo apego a este lugarzinho, que para mim é meu “diário secreto”.

Nas últimas vezes que postei falei sobre minha vontade de fazer dieta. Queria expor aqui um pouco do meu dia dia e da minha briguinha com a balança. Afinal de contas, emagrecer e chegar no meu corpo ideal é um dos meus objetivos para este ano (sim gente, ainda É, o ano não acabou. Forçaaaa!!!). Algumas mudanças ocorreram, a rotina mudou, a ansiedade aumentou e tudo ficou mais difícil.

Na semana passada li um post sobre dieta e achei incrível. Uma blogueira que acho lindaaaaa, falando da briga com a balança e mostrando o quanto força de vontade é tudo. Depois passei a acompanhar o blog WWW.vidametrica.com.br. Superrr me identifiquei. Por que? Porque ali eu vi uma pessoa que nem eu: cheia de vontade, mas nenhuma força. Mas humana, com desejos, com altos e baixos.

Após alguns bons meses de adaptação á nova fase, cá estou eu para retomar a minha briga com a balança e desabafar aqui um pouquinho do meu dia dia. Vamos tentar DE NOVO?

quinta-feira, 7 de julho de 2011

MUDANÇA

Toda vez eu juro que vou manter o blog atualizado, mas quando não deixo passar em branco por puro descuido, esqueço a senha e não tenho como postar. Coisas que só acontecem comigo mesmo.
Decidi voltar com o blog porque precisava de uma motivação para emagrecer. Na verdade, um meio de desabafar as angustia e o stress, e atingir, assim, meu objetivo. A dieta segue. Altos e baixos, mas confesso que depois de perder 6kg, relaxei. Ainda tem muito o que percorrer. Talvez, voltando aqui todos os dias, eu encontre novamente motivação. Na verdade, o processo está dificil pelas mudanças ocorridas, e foram muitas nos últimos meses.

Você está pronto para mudar? Assim, a qualquer momento, de repente? Pois é, as vezes a vida nos apresenta mudanças que a gente nunca imaginou, nem ao menos desejou. Aliás, cuidado com o que você deseja... Mas no final, tudo pode ser uma surpresa muito boa. As mudanças trazem sensação de susto, de impotência (ou de potencia demais), de confusão. Como agir, como reagir, como se comportar.... Tudo é uma questão de tempo. De inicio, apenas a certeza de que você é capaz.
Mudar de emprego, mudar de estado civil , mudar o cabelo, ou o jeito de se vestir. As mudanças nos alegram ou nos deixam triste. Aceitar é um ponto fundamental. Mudanças não esperadas podem nos trazer a sensação de desconforto, de querer voltar no tempo. Isso é medo! E aí você enfrenta esse medo com um sorriso na cara, lembrando a cada passo quem é você, sua essência, seu caráter e seus desejos.
Tudo pode mudar ao seu redor, só o que deve ficar é a pessoa que você é.

Se descubra a cada dia, se supere, encare os desafios, siga em frente. E quando não se der por satisfeita, mude! As mudanças muitas vezes representam um recomeço. e um recomeço, muitas vezes, é muito bem vindo...

domingo, 10 de abril de 2011

Fim de semana

Olha eu aqui. A primeira semana de dieta não foi a mais fácil do mundo. Cumpri tudo direitinho, mas confesso que fiquei irritada c a ideia de estar de dieta. A obrigação de acordar cedo pra ir malhar, o “não pode”, aí juntou com a TPM. Pronto... dor de cabeça e irritação a semana inteira. Mas a meta foi cumprida. Neste sábado acordei mais cedo e fui malhar. Quase morro em meia horinha de jump. Achei que tava tendo um infarto, de tanta dor. A tarde fui para o chá de panela da LuaA. Fui antes para ajudar e nossa, que suplicio!!!! Salgadinhos e docinhos da tantã, ali, expostos. Jujuuubaa!! AMO jujuba!!! Mas me controlei. Na hora da festa comi pouco, mas comi. Mas o pior foi que eu bebi, e muito. Até porque depois fui p farrinha, e continuei bebendo lá. Hoje dá uma sensação de arrependimento, de que joguei tudo fora por causa disso. Comi menos hoje, mesmo desejaandooo comer muito!!! Amanhã é dia de encarar a Telma novamente. Vamos que vamos, que só está começando, e eu não quero, nem vou desistir.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Segundo dia. Desde ontem fiquei pensando em algumas coisas que a nutricionista me falou. Mais parecia uma sessão de terapia, mas tudo bem. Uma delas foi que eu preciso enfrentar meus problemas de frente, e não descontando na comida. Falei do quanto engordei quando comecei a trabalhar no Gabinete Civil, que coincidiu com a época em que Bruno foi morar em Brasília e o quanto engordei também quando o namoro acabou. Desculpas que serviram para mim, e só. Me impressiono como deixei as coisas se perderem. Não, não estou obesa, mas a palavra “sobrepeso” não para de soar em meus ouvidos. Hoje estou extremamente mal humorada. Não pela dieta em si, porque não passo um minuto de fome, mas pela simples ideia de fazer dieta. Acordar cedo, ter que ir malhar, seguir regras. Odeio. Mas é preciso. Sim, queria dormir gorda e acordar magra. Porém, a sensação que tenho é justamente o contrário: dormi magra e acordei gorda. É como se fosse um caminho sem volta. Sei que não é. Por isso estou correndo atrás do prejuízo. Academia, dieta, trabalho. Tudo ok. Amanhã tem mais um dia pela frente. Vamos lá!!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Primeiro dia

E começou a segunda-feira. E começou muito preguiçosa. Não fui malhar e me permiti ficar a manhã inteira na cama. Queria colocar as idéias no lugar, e confesso que estava um pouco ansiosa. Fui para Dra. Telma com painho e mainha. Gostei muito dela. Fala com muita garra e, como disse Chel, a pessoa sai de lá com vontade mesmo de emagrecer, de fazer dieta. Cá entre nós, achei que ela seria bem mais rigorosa. Nem foi tanto. E essa “liberdade” que ela concede faz com que a pessoa tenha vontade de fazer muito mais. Acho que de tudo, a pior parte será criar a disciplina de ir malhar todos os dias. E eu preciso criar este hábito. Deixar a preguiça de lado. Ir dormir mais cedo, acordar mais cedo, e fazer meu dia melhor. Da saída da Telma pra Secom as tentações já começaram a aparecer: cozinha do Júnior, um docinho na minha mesa, festinha de aniversário. Não, Não e não!!! Recusei tudo. Deu um nervosinho. Mas poxa, não vou me permitir fracassar assim, sem nem tentar. De fato nunca estive tão gorda, e isso foi constatado ao me pesar: 74kg. Acho que cheguei no meu limite. E acho que tenho consciência disso. Um grande passo. Agora vamos seguir para o segundo dia....

domingo, 3 de abril de 2011

Reinício

03.04 2h09
Aqui estou eu. Um sábado a noite, sozinha, sem sono, com a cabeça cheia de pensamentos, lembranças, planos. Aqui estou eu, retomando meu habito de escrever, de colocar para fora o que me deixa angustiada, triste, ou simplesmente o que quero fazer. Para voltar a este tempo, precisei ir lá trás, e reli coisas que mexeram ainda mais comigo. Voltei num tempo onde perdi um amor, o mais inocente dos amores que tive. Onde o futuro era incerto, e de certeza só que eu precisava mudar muito. Hoje não escrevo para ninguém, a não ser para mim. Não pretendo nem quero divulgar o blog. Não tenho a intenção de que outras pessoas leiam o que escrevo. Apenas quero usá-lo como um diário. Um diário aberto, de fato, mas que eu possa, no futuro, lê-lo e me enxergar. Ver minhas mudanças, minhas burradas, minhas besteiras, minhas conquistas. A última vez que tinha escrito foi no réveillon de 2009. Os anos se passaram. Nas minhas releituras tomei um susto quando vi que desejava tanta coisa. E vi o entusiasmo de querer mudar. Reli um texto, logo após o fim do meu namoro, onde eu tinha tanta sede que com certeza não iria encontrar água o suficiente. Eu deveria saber que nada seria fácil. Eu queria esquecer meu ex, queria emagrecer, queria ler mais, ver mais filme, dirigir, crescer profissionalmente, economizar dinheiro.... 3 anos depois eu vejo tanta coisa igual que nem consigo acreditar. A sensação é de impotência. É como dizer: Eu fracassei! Meu ex já não faz parte da minha vida. Hoje tenho ao meu lado uma pessoa que traz a paz que eu preciso. Mas enquanto as outras coisas? Não, eu não emagreci, eu não aprendi a dirigir, eu não li tanto assim, nem assistir esse monte de filmes que gostaria. Enxerguei que minha profissão tem mais baixos do que altos, e eu preciso dar a cara para bater.
Não dá mais para adiar. Hoje tenho 28 anos, e antes dos 30 quero poder dizer que conquistei algo. Que um desses objetivos saíram da minha lista de “desejos” para ser fato concreto.
Segunda vou na Dra. Telma Toledo. Minha última chance de emagrecer, porque se assim não for, continuarei me sentindo uma fracassada. Desde o começo da semana, quando consegui marcar, que venho pensando nisso. Vou ter que deixar de comer muita coisa que eu gosto, que me dá prazer. Nunca tive força de vontade, e estou sinceramente com medo de, mais uma vez, fracassar.
Vou retornar a ler “Mentiras no Divã”. Que comecei e parei. Vou comprar livros na minha área e quero alguma gramática de inglês.
Dirigir vai esperar um pouco. Sei que se quiser fazer tudo de uma vez, não vou fazer nada. Não adianta ficar ansiosa. Vamos lá Luana, vamos lá!!! Hora de mudar a cabeça, e deixar a preguiça de lado.
Me pergunto se isso não é, mais uma vez, aqueles entusiasmo que tenho quando quero conquistar algo. Ai logo depois, um tempo depois, to relendo as coisas e vendo que nada mudou. Mas não quero mais isso.
Aqui, diariamente, vou escrever tudo que quero. Tudo que preciso para que minha ansiedade vá embora. Não vou mentir nas palavras, não quero mais me enganar. Não adianta se olhar no espelho e achar que tá tudo legal. E chorar qdo as roupas das lojas não cabem mais, ou ficar um fds dentro de casa por vergonha de ir a praia. Chega NE?? Vamos começar??

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

“Esse ano, quero paz no meu coração...”

Apesar de piegas, essa música sempre me emociona no fim do ano... É desejo eterno: PAZ dentro da gente. Pensar no último mês do ano é lembrar de tudo que se passou e que está na hora de refletir sobre o que precisa ser feito para o ano que estar vindo.
Eu, particularmente, AMOOO ano novo. É aquela horinha que me coloco à disposição de mudar, de rever erros, de refletir sobre o que deixei de fazer, e tudo que foi feito. É a única hora em que olho pra trás pensando no futuro (geralmente, apenas olho pra trás).
Vejo o que Deus me deu de bom, bem como as barreiras que foram impostas. Como ultrapassei cada uma, a força, o equilíbrio e o amadurecimento que foi proporcionado. Dezembro é o mês mais corrido do ano. Tem 31 dias e parece que tem 10. É mês de sol, de dias felizes, de confraternizações, de união, de sorrisos. Parece que em dezembro, tudo é festa, é cor, é sabor, é sorriso, delírios. Mais um ano que se vai. Cronômetro zerando e pronto para um novo start. Listinha de presente em mãos, listinha de objetivos também.
Objetivos repetidos? Sempre tem.
Dezembro é mês de fechar os olhos e lembrar de tudo que aconteceu, com saudade, com prazer, com encanto. Os choros inconsoláveis, a dor, as feridas provocadas, a saudade... nada escapa. É hora de transformar tudo isso em pensamentos positivos para o novo ano vir cheio de saúde, de amor, de alegrias...
É hora de ver como Deus foi generoso comigo, com minha família, com meus amigos. É hora de olhar pra trás e ver as risadas mais gostosas, as cenas mais engraçadas, as viagens, as novas amizades, o fortalecimento das antigas, o crescimento profissional... Quanta coisa legal aconteceu!!!! Deus realmente foi muito generoso... E nas tristezas passadas, o que pude ver é que saio mais forte disso tudo, com novos aprendizados e uma outra mentalidade. Amadurecimento. Essa foi a palavra de 2009. A gente aprende que ser gente grande não é brincadeira, e ver o poder que tem ser criança de vez enquando...

Que venha 2010!!!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Amanhã...

Sabe quando o coração dói e você não entende a causa da dor? Ou até entende mas não sabe porque ela demora tanto a passar
Datas sempre me marcaram, mas se tem uma coisa que eu insisto em querer aprender é a olhar pra frente. Aquela respirada bem funda, que parece que vai consumir todo oxigênio do mundo, e fé, que tudo vai passar, até esta dorzinha.
Quando olho pra trás vejo o quanto eu mudei. Não sei dizer se pra melhor ou pior, mas acho que amadureci muito e aprendi a ser mais inteira. Mas se tem uma coisa que parece que a gente não aprende nunca é a não olhar pra trás. E ontem eu contei os anos... Foram muitos. O tempo passou sem eu nem perceber. Tudo que parecia tempos e tempos soa como ontem, e tudo que é hoje, nem soa mais...

Entre fotos, e-mails e rabiscos, a letra de uma música marcada na história: “Se amanhã não for nada disso, caberá, só a mim esquecer...” .

O presente não dói, o que dói é o passado

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Calma...

Paciência
Lenine
Composição: Lenine e Dudu Falcão



Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára...

Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...


Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...


Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...


Será que é tempo
Que lhe falta prá perceber?
Será que temos esse tempo
Prá perder?
E quem quer saber?
A vida é tão raraTão rara...


Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não pára
A vida não pára não...

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

“E quem não gosta de samba, bom sujeito não é...”

A música sempre foi algo muito presente na minha vida. Simplesmente ADORO. Nossas fases na vida deveriam ter trilha sonora ao fundo. E sei que tem. Quem não tem aquela musica que marcou certo período da vida, que lembra daquela pessoa, daquela fase, daquela noite, daquele dia?

A música traz para mim uma mistura de sensações muito diferenciadas. Com ela posso ficar triste em questões de minutos, mas também posso sair de uma nuvenzinha negra e me alegrar como nunca na vida.

Gosto de tudo, ouço de tudo (muito eclética a minha pessoa,NE??). Ultimamente o que mais toca no i.pod é samba. Dos velhos pagodes da vida, como exaltasamba, Belo e inimigos daHP, como a nova safra de sambistas como Diogo Nogueira, Roberta Sá, Maria Rita (mistura de samba com MPB-adoroo).

Há uns dias atrás fui ao show da banda Samba dibanda, de Salvador. MARAVILHOSAAA!!! Muito samba que há muito tempo eu não ouvia: Chico, Martinália, Adoniram Barbosa, Maria Rita, Diogo Nogueira... uma enchurrada de boa música, de bom clima, de alegria no coração e samba no pé. Ooohh coisa boa!!!

A voz de Illy Gouveia, cantora do Samba Dibanda, encanta e prende a atenção. O astral do samba, a sua melodia e sua alegria até mesmo nas horas tristes. Um samba desconhecido e ao mesmo tempo tão familiar.

E se minha vida hoje fosse um samba, que tal esse aqui:

Fé em Deus
Diogo Nogueira
Composição: Flavinho Silva


A luta está difícil, mas não posso desistir
Depois da tempestade, flores voltam a surgir
Mas quando a tempestade demora a passar
A vida até parece fora do lugar
Não perca a fé em Deus, fé em Deus
Que tudo irá se acertar
Pois o sol de um novo dia vai brilhar
E essa luz vai refletir na nossa estrada
Clareando de uma vez a caminhada
Que nos levará direto ao apogeu
Tenha fé, nunca perca a fé em Deus
Pra quem acha que a vida não tem esperança
Fé em Deus
Pra quem estende a mão e ajuda a criança
Fé em Deus
Pra quem acha que o mundo acabou
Pra quem não encontrou um amor
Tenha fé, vá na fé
Nunca perca a fé em Deus
Pra quem sempre sofreu e hoje em dia é feliz
Fé em Deus
Pra quem não alcançou tudo que sempre quis
Fé em Deus
Pra quem ama, respeita e crê
E pra aquele que paga pra ver
Tenha fé, vá na fé
Nunca perca a fé em Deus
Aquilo que não mata só nos faz fortalecer
Vivendo aprendi que é só fazer por merecer
Que passo a passo um dia a gente chega lá
Pois não existe mal que não possa acabar
Não perca a fé em Deus, fé em Deus
Que tudo irá se acertar
Pois o sol de um novo dia vai brilhar
E essa luz vai refletir na nossa estrada
Clareando de uma vez a caminhada
Que nos levará direto ao apogeu
Tenha fé, nunca perca a fé em Deus
Pra quem acha que a vida não tem esperança
Fé em Deus
Pra quem estende a mão e ajuda a criança
Fé em Deus
Pra quem acha que o mundo acabou
Pra quem não encontrou um amor
Tenha fé, vá na fé,
Nunca perca a fé em Deus
Pra quem sempre sofreu e hoje em dia é feliz
Fé em Deus
Pra quem não alcançou tudo que sempre quis
Fé em Deus
Pra quem ama, respeita e crê
E pra aquele que paga pra ver
Tenha fé, vá na fé, nunca perca a fé em Deus

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Decifrando

Como conquistar alguém? Será que existem fórmulas? Já ouvir dizer que é preciso ser recatada e difícil. Não pode ficar, para que a outra pessoa lhe valorize e você faça o “diferencial”. E aí você tenta ser independente, não pegar no pé, dar espaço. E acaba sendo tachada de fria e calculista. Se você “se joga no amor”, é vista como frágil e pegajosa.

Vendo alguns casos ultimamente, percebo que não existem fórmulas para o amor. Há muito tempo, eu entendi que ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Mas desvincular a falta de amor, ou o desamor, de você, é algo muito difícil.
Não “se culpar” por não conquistar a outra pessoa, é coisa rara. Não “se culpar” por ele ter preferido ela do que você, é só para as ricas em auto estima. Nós, a maioria, simples mulheres, mortais, nos ofendemos, nos culpamos, queremos pesquisar culpas e buscar defeitos.

Entender que simplesmente “não deu”, é para poucos e bons. Nós ainda insistimos em procurar defeitos. E na próxima oportunidade, vamos atrás de novas formas de conquistas. Mudamos nosso jeito, tentamos nos blindar, e investimos em ser pessoas que simplesmente não somos, por medo ou por tática. Se não dá certo, mais uma vez procuramos o “nosso” erro.

Às vezes acho que é o momento de largar de mão de procurar fórmulas. A pessoa vai gostar de você quando tiver que gostar. Não importa o que você faça, como você aja. Ela vai gostar de você despenteada, desastrada, insegura, ou independente.

Eu, sinceramente, não sei explicar como isso funciona, mas aos poucos, entendo que para o amor, não existe currículo nem trejeitos. Um hora, o amor vem.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Cidade Maravilhosa


Amanhã é dia de realizar mais um sonho: RIO DE JANEIRO. Sonho simples,né? Mas sou assim mesmo, simplééérrrimaa, humilde demais minha pessoa..Hahahahaa...

Sempre quis conhecer aquela cidade tão linda e tão viva. Apesar dos noticiários estarem me preocupando bastante, mostrando tanta violência (praticamente uma guerra civil), vou com a esperança de que lá estarei abençoada por Deus, pelos meus espíritos protetores, por todos os santos e oxalás.

Quero sentir a vida da cidade, ver o Cristo, o Leblon, o samba da Lapa, os barzinhos, a praia, a cerveja, a FARM (segura o cartão de créditooo..hahahaha).

Dois dias de folga no trabalhinho para dizer que eu vim e vi.
E que seja muito divertido!!!!

terça-feira, 13 de outubro de 2009

O Ser Criança

Ontem foi Dia das Crianças. Dia feliz, dia que eu adorava estar com meus pais, desembrulhar os presentes, brincar a tarde toda com minhas barbies novas, minhas bonecas.. oohh doce infância.

A ingenuidade, o descompasso, o ritmo lento, a brincadeira mais acelerada. O Ser Criança é algo que permanece dentro de todos nós por uma vida inteira. Tem gente que não percebe isso e acaba enterrando essa essência, a perdendo de vista. Tem gente que a deixa ali, viva, iluminada, transparente. É bom saber quando usar este ser, um ser de alegria e de graça.

Minha infância foi a época mais doce da minha vida. Lembro das idas e dos almoços na casa da vovó Mercedes, onde sempre brincava de vendinha com meus primos no jardim espaçoso e tão verde. Lembro das brincadeiras de casinha, de escola, de barbie... onde todas as minhas bonecas ‘principais’, se chamavam Maria Eduarda (Alguma dúvida sobre o nome da minha filha??).

Lembro da paciência de arrumar, boneca por boneca, na hora de dar aula para elas. Do riso solto de mainha enquanto eu explicava, seriamente, a cada uma, como se lia a palavra bola, casa e alegria. A exaustão de fazer as ‘tarefas’ de casa de cada um, sempre modificando as letras no caderno que eu separava para cada ‘aluno’.

Como era doce a brincadeira... E quando enjoava, era hora de inventar mais, de mudar a decoração da sala, de trocar a escolinha por uma loja e inventar, inventar, inventar.
Em um lar feliz, cresci sabendo o que é ser criança e tendo nos lábios o sorriso mais gostoso e puro de uma época que não volta mais.

Agora é tempo de acreditar que poderei proporcionar aos meus filhos uma infância tão linda quanto a minha. Tão cheia de amor e carinho. Como diz painho, “o ser humano ainda tem muito que evoluir”. Sei que não será nesta vida que poderei ver meus filhos em um mundo com menos crueldade e violência, mas ainda é tempo de acreditar que o mundo pode sim melhorar e tudo depende dos nossos governantes, do nosso voto, da nossa consciência cidadã, da nossa parte.

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Em cada pedacinho de mim...

Você sabe o que é inteireza?
A primeira vez que ouvi essa palavra foi em um e-mail entre amigas (eu era uma delas). Apesar de soar estranho, entendi que a palavra se relacionava ao “ser inteiro”, ser completo. O que não sabia era O QUE aquilo representava na vida de alguém.

Sempre achamos que precisamos de alguém ao nosso lado e que não podemos ser felizes sozinhos. Ok, sou sim uma dessas pessoas. Acredito que somos feitos de pessoas e de fatos. Que cada pessoa que passa por nossa vida ajuda a construir o que nós somos, o que queremos, o que sentimos.

Que minha pele, meu cabelo, minhas recém ruguinhas, minha gordurinha extra, meu sorriso e até minha barroquinha, são resultados de gente. É muito do meu pai, é muito da minha mãe, é um pouco de um colega de trabalho, é um tiquinho de um amor passado, é muito dos amigos, é...é sempre de gente.

Na vida a gente ganha e perde pessoas que aprendemos a amar a cada instante. Quando elas partem, a dor traz até nós a incerteza da felicidade. E por muitas vezes deixamos de nos entregar e de viver por medo. E é esse medo burro que não permite sermos inteiros.

Nos é feito um buraco. Falta um pedaço da gente. Quando perdi minha vovó Mercedes há 11 anos, não fazia ideia do buraco que ela deixaria em mim. Porém, o tempo me ensinou a preencher aquele espaço com lembranças, com orações, com o sentimento de que ela está sempre por perto, segurando minha mão. O espaço deixado por amores que a vida levou hoje são preenchidos com recordações, como páginas de um livro que nós escrevemos.

Quando a folha acaba, nós viramos a página, e a história segue.

Hoje entendo que podemos ser inteiros não por ter alguém ao nosso lado, mas por ter tido. Somos inteiros quando vivenciamos a vida como se deve: de forma intensa, da forma que nos agrada. Somos inteiros quando conseguimos ser fiéis ao que sentimos, e a cada pedacinho de nós.

Inteireza hoje faz parte do meu dicionário interno, porque hoje posso sentir a paz no silêncio, a felicidade nas lembranças e a calma no acaso. É possível hoje enxergar que a plenitude vem com o tempo e a paciência. O medo burro, há muito ficou lá trás...


sábado, 26 de setembro de 2009

Retratos...

Hoje eu fiz algo que não fazia há muito tempo: mudar as fotos do meu quarto. Confesso que AMO fotos. Sou apaixonada por retratos, daquelas que olham mil vezes, que gosta de revelar, ter contato com a foto. No meu quarto existem muitos espaços para elas: mural, porta-retratos, aspirais..enfim...
Muitos desses lugares estavam vazios, talvez mostrando que a foto que um dia esteve ali, se perdeu. Mostrando talvez, que aquelas imagens, recordações, não pertenciam mais ao meu quarto nem ao meu dia dia nem à minha decoração, nem, talvez, à minha vida.
E por que tanto tempo para substituir lugares vazios?? Difícil responder. De certo, a vontade de preencher aqueles lugares com novas fotos, novas lembranças, novas recordações, de uma nova pessoa, uma nova vida.
A gente segue. Virar páginas é muito mais difícil do que imaginamos, e se reestruturar é algo que não pode ser feito do dia pra noite. É preciso calma, serenidade, paciência, muitaaa, paciência. Caminhar sem olhar para trás com apego ou mágoa é sinal de amadurecimento, e nem sempre estamos preparados para amadurecer. Me sinto uma viciada após a rehab. Curada?? Curada do meu vício de “ter alguém” ao meu lado. Aos poucos me sinto mais forte, porque me torno auto-suficiente, sabendo e descobrindo da minha capacidade de ser feliz sozinha, comigo mesma. Tendo paciência comigo, para me descobrir e aprender a viver de forma saudável, feliz. Recaídas são possíveis, mas não desejáveis.
Feliz ao ver novas pessoas nos porta-retratos. Amigos novos, imagens novas, paisagens, lugares, e ao me ver, vejo também uma nova pessoa. Não sei se melhor ou pior, mas diferente. De igual, só os sorrisos das fotos: um sorriso com sabor de felicidade...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O Maneco de todos nós

Essa semana estreiou ‘Viver a Vida”, mais uma novela de Manoel Carlos. Entre Helenas, Leblon, Búzios, Zé Mayer e tantos outros detalhes que lembram tanto o famoso “Maneco”, mais uma história com um tom de vida real.

Confesso que gosto muito de novela, no entanto, hoje em dia não acompanho nenhuma, pois o que me resta é pegar o finalzinho da novela das 21h, que é a hora em que estou chegando em casa, do trabalho.

Mas para mim, falar de novela é falar de Manoel Carlos. Por mais que todas as outras sejam ótimas e saibam como prender o telespectador, acredito que haja uma identificação maior com o enredo do Maneco.

Ok pessoas, não estou falando das casas gigantes com piscinas olímpicas, champanhe ao meio dia, carros luxuosos nem lanchas e helicópteros. Falo dos fatos: quem não lembra de Carolina Dieckman com leucemia, ou o Orestes com problema de alcoolismo, ou a malvada Dóris implicando com seus avós e lamentando a vida simples que levava, ou Tony Ramos levando uma bala perdida ao fugir de um assalto, a Gisele e seu problema de bulimia, entre tantos outros? Quem nunca se viu naquelas cenas de café da manhã onde são tratados temas como violência, política, dia a dia?

Apesar de simples, os diálogos de Maneco têm algo ‘nosso’. Sejam os lindos e famosos à beira da piscina, seja o porteiro, a empregada, o recepcionista do hotel, o trabalhador.

E as Helenas? Mulheres firmes, vivas, simples, que possuem qualidades e defeitos. Erram, e erram muito. Como todos nós.

Maneco encanta da trilha sonora aos depoimentos finais. Da abertura ao cenário. E seu elenco sempre primordial. Cá entre nós, o que é o Zé Mayer?? O pegador!! Hahahaha...

Três capítulos bastaram para eu não me decepcionar, e me ver, novamente, diante de uma grande história, que com certeza, vai emocionar, fazer rir, chorar, gerar discussão e prender o telespectador diante da tela, provando que quem foi rei nunca perde a majestade.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Somando

A mistura não é difícil e o resultado é uma delícia: praia, fim de semana, amigos, caipiroscas, sol, música, infinitas conversas, visitas especiais e muita, muita alegria.
E nas trocas de ideias e nas conversas inesperadas, descobrimos o quanto os seres humanos são diferentes.

Quando os assuntos percorrem caminhos como política, religião, comportamento, gostos, objetivos, não dá pra se conter: muitas vezes me calo, porque gosto de vê-los falar e falar e falar. Gosto de absorver a ideia que cada um tem da vida e o ponto de vista de cada uma daquelas pessoas que fazem parte do meu caminho. No final das contas, tudo acaba em risada, em piadinhas e na certeza de que nunca estaremos sozinhos.

O mundo é uma roda gigante que volta e meia nos coloca lado a lado daqueles que um dia estavam distante. Passe o tempo que passar, dentro de qualquer distancia, os laços podem estar desfeitos, mas o nó une nossas vidas. E dentro desta roda, eu me sinto cada vez mais completa.

Amizade. Que poder incrível tem esta palavra. Que sensação ela nos traz e como nos fortalece. Depois de cerca de 10 anos, passei o fim de semana com aquela que até hoje chamo de “minha melhor amiga”. Mesmo diante de sua dor com o relacionamento recém rompido, nossos nós pareciam duas fortes amarras que jamais tinham sido desfeita. De fato, sempre estávamos presentes uma na vida da outra. Nos olhamos e percebemos o quão pouco sabemos de fatos da vida uma da outra, mas nos olhares, temos a certeza de que somos irmãs de outras vidas. A ela, dei minha atenção, meu amor, meu afeto, meu abraço, meus novos amigos, minha confiança, e mais, a certeza de que somos melhores e maiores quando nos descobrimos.

Ao mesmo tempo, uma certa tristeza faz eu pensar em até que ponto eu posso ir ao me doar em uma amizade. Eu sou assim: eu me entrego, me jogo de cabeça, confio, fico em todos os lados. Mas quando a outra pessoa trata tudo isso com desdém, nada me resta a fazer. Só o tempo mostra quem são nossos verdadeiros amigos, e quem são aqueles que apenas usufruem momentos ao nosso lado. Quando não mais interessa, nem um tchau nos resta.

Gosto quando meus amigos dizem quando estou errada, quando falam, quando berram, quando me alertam, me acordam. Do mesmo jeito que gosto quando eles me fazem especial, presente, adorada, feliz.

Entre areia de praia, sol, mar, caipiroscas, músicas, conversas e risadas, a certeza de que hoje sou muito mais completa ao lado de pessoa que somam o tempo todo.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

De leve...

Doidas e Santas

Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar the big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá prá ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.
Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.
Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.

Martha Medeiros

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A partir de hoje...



Estabelecer marcos pra mim sempre foi algo muito importante. Na vida, é preciso estabelecer uma hora pra você iniciar seus projetos, suas ações, suas vontades.
Deixar a vida seguir é importante, mas é preciso estar sempre muito focado no presente para que isto aconteça de forma sadia. Comigo não funciona assim.
Se vou começar uma dieta estabeleço um dia, se vou começar a fazer algum trabalho marco a hora; se quero mudar, é a partir de tal data de tal ano que quero que isso aconteça.
Ano novo é sempre um marco importante na minha vida, porque é quando eu gosto de planejar, de sonhar, de impor metas. Mesmo que elas não venham a ser cumpridas.
Me dizem que eu preciso parar de estabelecer marcos, porque a vida tem seu rumo, segue seu fluxo, e quantas vezes eu não quebrei estas datas? Não me importo. Quando o coração resiste a começar alguma coisa, é preciso impor sim, para que venha a força de vontade.

Viajei para Belo Horizonte. Na mala, roupas de frio,maquiagem, saudades e um tiro no escuro.
Para mim, ali seria mais uma data, e A PARTIR daquela viagem, muito ia mudar.

A partir daquela viagem, arrisquei tudo que podia em direção à minha paz. Se os resultados foram positivos ou negativos, pouco importa.

Novos horizontes. É assim que chamo hoje a capital mineira. Com sua brisa fria, sua paisagem encantadora, sua gíria gostosa, seu povo peculiar. Um divisor de águas.

Dentro de mim, uma paz nunca sentida. Calmaria.

Na mala de volta, novas amizades, risadas, lembranças, experiências, pensamentos, saudades, carinho.

E aqui, na rotina, mais um marco: A
PARTIR DE HOJE, SEREI MAIS FELIZ DO QUE NUNCA!!!
-->Ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final